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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está com inscrições abertas para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa que busca transformar ideias da comunidade universitária em soluções concretas para desafios institucionais.

As inscrições tiveram início em 16 de março e seguem até 15 de maio de 2026, por meio de formulário eletrônico disponível no site da Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6).

O concurso irá selecionar até dez iniciativas, cada uma premiada com R$ 10 mil, além de certificação, inclusão no Banco de Soluções da PR-6 e possibilidade de implementação por meio de Compras Públicas para Solução Inovadora (CPSI). A proposta é incentivar o desenvolvimento de soluções aplicáveis ao cotidiano da Universidade, promovendo melhorias na qualidade de vida nos campi e na gestão institucional.

Podem participar docentes, estudantes, técnicos-administrativos, pesquisadores visitantes, integrantes de startups vinculadas à UFRJ, entre outros profissionais ligados à instituição, individualmente ou em equipes de até cinco integrantes.

As propostas serão avaliadas com base em critérios como grau de inovação, impacto social, viabilidade, escalabilidade e uso eficiente de recursos, passando por diferentes etapas, incluindo avaliação técnica e apresentação final.

Os desafios contemplam sete áreas estratégicas: segurança nos campi, acessibilidade, mobilidade, conectividade e telecomunicações, gestão de resíduos, alimentação coletiva sustentável e uso eficiente de água e energia, temas diretamente relacionados à permanência estudantil, sustentabilidade e eficiência administrativa.

De acordo com o pró-reitor de Gestão e Governança, Fernando Peregrino, a iniciativa representa uma mudança estratégica na forma como a Universidade enfrenta seus próprios desafios. “Trata-se de transformar despesa em estratégia e fazer da própria Universidade um espaço de experimentação e solução, um verdadeiro laboratório vivo”, destacou.

Com caráter pioneiro no Brasil e inspirada em experiências internacionais, a iniciativa fortalece o papel da UFRJ como agente ativo na construção de soluções inovadoras, consolidando-se como referência em integração entre pesquisa, gestão e impacto social.

Fonte: Conexão UFRJ

Uma pesquisa inédita conduzida no Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA/UFRJ) revelou que o isopor, proveniente principalmente de quentinhas e embalagens de alimentos, tornou-se o principal responsável pela contaminação por microplásticos na areia da orla costeira do Rio de Janeiro. O estudo identificou a presença do material em 70% das amostras coletadas na Praia Vermelha, na Urca, evidenciando a dimensão do problema ambiental.

De acordo com a diretora do IMA, professora Maria Inês Tavares, o poliestireno expandido (EPS), conhecido como isopor, apresenta alta fragmentação e dispersão no ambiente. “Ele possui apenas 2% de polímero e o restante é ar, o que facilita sua quebra em partículas muito pequenas, transportadas pelo vento, pela água e pela chuva. Hoje, esse material é praticamente onipresente, o que é extremamente preocupante”, destaca.

O estudo teve início em dezembro de 2022 como parte da pesquisa de mestrado da atualmente doutoranda Marina Sacramento, sob orientação de Maria Inês Tavares. A investigação, considerada pioneira no IMA e na UFRJ no campo de microplásticos em ambiente costeiro, analisou cinco seções da praia e identificou um total de 32 microplásticos, com predominância do poliestireno. A análise por microscopia óptica apontou que a forma mais comum encontrada foi a de espuma, com partículas entre 2 e 4 milímetros.

Além da identificação dos materiais, a pesquisa inovou ao realizar, diretamente no local de coleta, o processo de flotação — técnica geralmente restrita ao ambiente laboratorial. O trabalho segue em expansão no doutorado da pesquisadora, com coletas mensais realizadas ao longo de 2025 e uma nova etapa prevista para 2026, com análises sazonais que permitirão compreender melhor a dinâmica da poluição ao longo do ano.

Os resultados também evidenciam a relação direta entre o aumento da poluição e períodos de maior circulação de pessoas. Segundo a professora Maria Inês Tavares, coletas realizadas após feriados registraram volumes alarmantes de microplásticos, com mais de 400 partículas identificadas em um único ponto.

Para além da produção científica, a pesquisa possui um forte caráter educativo. Durante as atividades de campo, a equipe interage com a população, promovendo ações de conscientização ambiental sobre o descarte adequado de resíduos. “Transformar dados científicos em um chamado à ação é um dos principais objetivos do trabalho”, ressalta Marina Sacramento.

O problema dos microplásticos ultrapassa o contexto local e já é considerado uma ameaça global. Relatório da Academia Brasileira de Ciências (ABC) aponta que cerca de 400 milhões de toneladas de plástico são produzidas anualmente, sendo apenas 10% recicladas. Essas partículas já foram identificadas em diversos organismos vivos e até em tecidos humanos, incluindo pulmões, coração e cérebro, indicando riscos ainda não totalmente compreendidos à saúde.

Diante desse cenário, pesquisadores do IMA reforçam a necessidade de cumprimento das políticas públicas existentes, além do fortalecimento da educação ambiental desde as etapas iniciais da formação escolar.

Como desdobramento da pesquisa, está em fase de implantação o Laboratório de Microplásticos do IMA, que será dedicado ao estudo, caracterização e reaproveitamento desses resíduos. Paralelamente, iniciativas de reciclagem já estão em andamento, como o desenvolvimento de placas a partir de resíduos de isopor, com potencial de aplicação em revestimentos e objetos decorativos, demonstrando que a inovação pode ser uma aliada no enfrentamento desse desafio ambiental.

Fonte: ADUFRJ

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Jovem Cientista 2026, uma das mais tradicionais iniciativas brasileiras de incentivo à produção científica e à inovação. Promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o prêmio tem como objetivo estimular estudantes e jovens pesquisadores a desenvolverem soluções inovadoras para desafios relevantes da sociedade.

A iniciativa busca reconhecer trabalhos que contribuam para o avanço do conhecimento científico e tecnológico no país, incentivando a pesquisa e valorizando talentos em diferentes níveis de formação acadêmica.

O prêmio contempla diversas categorias, incluindo estudantes do ensino médio, estudantes do ensino superior, mestres, doutores e pesquisadores, além de reconhecer instituições de ensino que se destacam na promoção da ciência. Os participantes podem inscrever projetos e pesquisas que apresentem contribuições relevantes para o desenvolvimento científico, social e tecnológico do Brasil.

Além do reconhecimento nacional, os vencedores recebem premiações e incentivos que contribuem para o fortalecimento de suas trajetórias acadêmicas e científicas, ampliando a visibilidade de suas pesquisas e estimulando a continuidade de seus estudos.

O Prêmio Jovem Cientista tem se consolidado ao longo dos anos como um importante instrumento de incentivo à ciência, promovendo o protagonismo de jovens pesquisadores e fortalecendo a cultura científica no país.

Mais informações sobre o regulamento, categorias, critérios de participação e inscrições estão disponíveis no site oficial do prêmio:

Saiba mais AQUI e acesse o edital

A iniciativa representa uma oportunidade para transformar ideias em projetos científicos e contribuir para o desenvolvimento do conhecimento e da inovação no Brasil.

Fonte: Jovem Cientista 

Com base na Portaria CAPES nº 14/2026, a coleta de dados referente ao ano-base 2025 será realizada automaticamente por meio da Plataforma Sucupira. Para garantir que toda a produção intelectual e os vínculos institucionais sejam devidamente contabilizados na avaliação nacional da pós-graduação, é indispensável que docentes e estudantes mantenham seus Currículos Lattes atualizados.

A atualização correta das informações permite que as atividades acadêmicas desenvolvidas ao longo do período sejam registradas de forma adequada, contribuindo diretamente para a avaliação e o desempenho do programa junto à CAPES.

Entre os principais itens que devem ser revisados e atualizados no Currículo Lattes estão:

Produção bibliográfica e técnica;

Orientações concluídas e em andamento;

Projetos de pesquisa e parcerias institucionais;

• Vínculos institucionais e participação em bancas.

A colaboração de toda a comunidade acadêmica é essencial para garantir a precisão das informações registradas e fortalecer o desempenho do programa no processo de avaliação nacional.

A atualização do currículo é uma etapa simples, mas fundamental para valorizar a produção científica e acadêmica do programa.

Acesse AQUI a Plataforma Lattes e atualize seu currículo:

Atenção, alunos: está aberto o período para inscrições nas disciplinas do semestre 2026.1. Os estudantes devem ficar atentos aos prazos e orientações para garantir a matrícula nas disciplinas desejadas.

As informações completas sobre as disciplinas ofertadas estão disponíveis nos arquivos anexados nesta página. É importante que todos os alunos consultem os documentos para verificar horários, docentes responsáveis e demais detalhes das turmas.

Além disso, recomenda-se que os estudantes confiram o calendário acadêmico completo, a fim de acompanhar todas as datas importantes do semestre, como período de inscrição, alterações de matrícula e demais prazos acadêmicos.

Consulte os arquivos disponíveis do calendário acadêmico completo AQUI

Sobre Nós

IMA – Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Cidade Universitária – Av. Horácio Macedo, 2.030
Centro de Tecnologia – Bloco J
CEP 21941-598 – Rio de Janeiro – RJ – Brasil

 

 

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